Fernando Fernandes apoia campanha de prevenção do câncer melanoma

Canoísta é um dos nomes que estrela campanha do Instituto Melanoma Brasil

Por divulgação

Praticantes de esportes ao ar livre devem proteger sua pele independente do clima ou da estação do ano. Esse é o recado que o Instituto Melanoma Brasil, quer passar em sua nova campanha “Eu protejo minha pele”. Para isso, reuniu um time de atletas, como o canoísta Fernando Fernandes, para alertar esportistas e a população em geral sobre os perigos causados pelos raios ultravioletas. A campanha terá veiculação durante maio, mês internacional de combate à doença.

“Pelo terceiro ano consecutivo estamos promovendo uma campanha de conscientização e prevenção do melanoma. O foco desta edição é a associação da prática esportiva ao ar livre com os cuidados com a pele, que é o maior órgão do corpo humano. E nada mais gratificante do que contar com um time de grandes atletas outdoor para nos apoiar e ajudar nessa tarefa”, explica Rebecca Montanheiro, presidente do Instituto Melanoma Brasil e ex-paciente de melanoma.

Na rua, na quadra, na areia ou no mar. Os praticantes de esportes se movimentam o ano todo não importa o local. “E assim como a atividade física é essencial para a manutenção da boa saúde, a proteção da pele não pode ficar em segundo plano. Medidas preventivas e de proteção como passar protetor solar, alem de usar roupas e acessórios com fotoproteção devem ser adotadas o ano inteiro”, enfatiza Rebecca.

Para o atleta Fernando Fernandes, proteger a pele é tão necessário quanto os cuidados com a alimentação e o rendimento físico. “A canoagem exige muitas vezes que eu passe longos períodos dentro d’água e exposto aos raios ultravioletas, cerca de seis horas. O grande desafio é se manter protegido durante todo esse período. Para isso, estou sempre com roupas, viseiras e óculos com proteção e busco usar protetores solares de longa duração, pois muitas vezes não tenho tempo para reaplicar o produto”, diz Fernandes.

O câncer de pele é muito comum entre brasileiros e, sozinho, apresenta mais casos no País do que os outros 17 tipos de tumores, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA). O melanoma é um tipo de câncer de pele originado nos melanócitos – células que produzem a melanina, substância responsável pela cor da pele. Ele representa apenas 5% dos tumores malignos de pele, mas é o de maior gravidade e mortalidade devido a sua grande capacidade de produzir metástases – quando as células tumorais comprometem outros órgãos, tais como fígado, pulmões e cérebro. Para 2018, a estimativa é de 6.260 novos casos de melanoma, sendo 2.920 homens e 3.340 mulheres.

Quando o seu diagnóstico é precoce, o melanoma tem 90% de chances de cura. Proteger a pele no dia a dia e saber identificar os primeiros sinais da doença é fundamental. “Nosso objetivo é contribuir para a redução do número de novos casos da doença, estimulando entre as pessoas o hábito da proteção da pele, do autoexame e do compartilhamento de informações que pode salvar vidas”, conclui Rebecca.

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Sobre o Instituto Melanoma Brasil

O Instituto Melanoma Brasil é uma organização não governamental sem fins lucrativos que atua na divulgação e conscientização sobre o melanoma, o tipo de câncer de pele mais perigoso e letal. Entre seus objetivos está promover a educação sobre a importância do autocuidado, da prevenção e do diagnóstico precoce para toda a população. Além de promover ações de comunicação, o Instituto também acolhe, incentiva o relacionamento e troca de experiências entre pacientes diagnosticados com a doença e os apoia em sua jornada contra o melanoma. O Instituto nasceu em abril de 2014, após o diagnóstico de melanoma de sua idealizadora, Rebecca Montanheiro. Além da Diretoria Executiva, a organização conta com um Comitê Científico, formado por médicos dermatologistas, oncologistas, cirurgiões e psicólogos, e coordena o Grupo de Apoio e Acolhimento a Pacientes, hoje com mais de 250 pacientes cadastrados. O Instituto Melanoma Brasil conta com chancela e apoio institucional da fundação norte-americana AIM AT Melanoma e do Grupo Brasileiro de Melanoma (GBM).